Além da democracia brasileira e as elites do atraso
Reflexões sobre o ano de 2026 dentro de uma perspectiva da teoria das elites
VERSÃO EM VÍDEO:
Disclaimer: Esse artigo foi escrito antes do começo das campanhas eleitorais da eleições do Brasil de 2026. Muita coisa pode acontecer que pode mudar tudo de uma hora para outra como, por exemplo, o churrascamento de um candidato. Leia esse texto como algo datado, como uma análise de momento que pode mudar a qualquer hora. Estamos nesse texto apontando tendências, mas não estamos fazendo apostas. 17/07/2026.
Como chegamos até aqui?
Em 2022 as elites do Brasil, com o auxílio das elites do partido democrata americano, com o auxílio da USAID, com o auxílio de Victória Nuland, com o auxílio de William J. Burns (chefe da CIA) e muitos outros, resolveram declarar Lula da Silva presidente do Lindil. De lá para cá teve o esperado: muito imposto, censura, corrupção e nenhuma mudança significativa que levasse ao desenvolvimento do Brasil.
Poderiam ter explorado a margem equatorial: não aconteceu.
Poderiam ter passado uma boa reforma administrativa: não aconteceu.
Poderiam ter explorado terras raras: não aconteceu.
Tudo continua a mesma coisa de sempre e não parece haver qualquer perspectiva de melhora das condições do Brasil. E isso é o esperado.
Certa vez o intelectual de esquerda Jessé Souza criou um conceito interessante chamado a elite do atraso. Esse conceito é discutido nesse livro aqui:
Uma das teses centrais do livro é que existiria no Brasil uma determinada elite que atrasa o país, pois ainda não superou a mentalidade escravocrata patrimonialista. A visão de Jesse Souza está escorada em uma visão de mundo progressista: existe um lugar onde estamos (atraso) e um lugar onde necessitamos chegar (progresso).
Na visão de Jesse Souza as elites brasileiras impedem essa marcha ao progresso. São elites que são atrasadas tanto em valores morais quanto atrasadas em um sentido histórico, historicista, por assim dizer.
Ainda que esse livro seja um besteirol de esquerda, esse conceito desenvolvido por Jesse Souza é um conceito interessante, pois é uma ideia inovadora dele, o que é muito raro de acontecer na intelectualidade de esquerda nacional, que está em clara decadência. Cabe aqui nesse texto discutir um pouco essa ideia de Jessé Souza.
Os progressitas do passado
Via de regra os intelectuais de esquerda brasileira, por mais que se digam progressistas, curiosamente vivem no passado. Explico. Quantos intelectuais de esquerda vemos nos cursos de humanas falando em proletários, burguesia e propriedade privada? Na condição de alguém que viveu mais de uma década no curso de humanas posso testemunhar para você que são vários.
Entretanto, esses são conceitos do passado. Não existem mais proletários inclusive porque hoje em dia eles nem tem mais prole. E também não existem mais burgueses pois sequer hoje há burgos. O que há hoje são bilionários transhumanistas cosmopolitas com complexo de Deus, que estão em todos os lugares e ao mesmo tempo em lugar nenhum, graças à mobilidade do sistema financeiro.
Nem mesmo a propriedade privada existe mais como fonte do poder decisório, se pensarmos pela perspectiva de James Burnham no livro The Managerial Revolution, que já citamos aqui em outras ocasiões.
A esquerda atual é também atrasada, como tudo no Brasil. Mas esse conceito de Jesse Souza chama a atenção.
Isso porque muito de nossa análise de mundo passa pela teorias das elites. Não vamos nos alongar muito na parte teórica desse assunto pois já falamos bastante sobre isso. Caso você não saiba o que é dê uma pesquisada na IA o que é essa teoria e, se tiver interesse, leia The Ruling Class.
Mas voltando, esse conceito do Jesse Souza chamou-nos atenção por ser pensamentos sobre a elite brasileira, mesmo sendo pensamentos errados, ainda assim tem coisas que é possível aproveitar.
Que tal se corrompêssemos o conceito de Jessé Souza para invertê-lo contra ele mesmo? Parece divertido.
A ressignificação da Elite do Atraso
Comecemos pelo que Jessé Souza acerta: existem elites que atrasam o país, isso está corretíssimo. Entretanto, Jessé Souza erra naquilo que ele entende sobre o que é estar atrasado.
Jessé Souza, por ser um intelectual de esquerda, vê o estar ou não atrasado por uma perspectiva, por assim dizer, historicista. Então ele vê um lugar onde o Brasil deveria chegar (a revolução?) e vê que ainda estamos longe, pois as elites do Brasil atrasam o curso natural da história brasileira rumo ao progresso.
Entretanto, estar atrasado, na nossa concepção não tem nada a ver com um lugar (topos) onde o Brasil deveria estar. No nosso entendimento o estar ou não atrasado tem a ver com estar adaptado ao meio. Bem no sentido darwinista do termo, o que não tem nada a ver com o historicismo de Jessé Souza.
Pensemos o Brasil como um barco. Sim, um barco. Sabemos que esse é um exemplo bastante antigo, com mais de dois mil e quatrocentos anos de idade, que remete ao filósofo Platão, mas é um bom exemplo.
Um barco precisa constantemente modificar as suas velas e o seu curso para adaptar-se ao vento e as tempestades. Um barco que não consegue fazer isso ou ficará parado, ou será levado para onde o vento quiser ou será destruído por uma grande tempestade. É fundamental para a sobrevivência do barco que ele esteja sempre o mais adaptado possível às circunstâncias adversas que o mar lhe apresenta.
Quem comanda o barco? O capitão. Entretanto, um capitão não comanda o barco sozinho, ele opera juntamente com os marinheiros, as elites. Do mesmo modo funciona um país.
Existe o líder do país, que no nosso caso é o presidente, e junto com ele operam as elites, que no nosso caso é “o sistema”, que comentaremos mais a frente.
Mas o ponto que precisamos trazer nesse momento é que as elites do Brasil são sim elites do atraso, conforme aponta Jesse Souza, mas não porque elas atrasam o progressismo, mas sim porque elas atrasam a adaptação do país aos novos tempos.
É quase como se o capitão do navio desse ordens para os marinheiros e os marinheiros não executassem as ordens. Não adianta de nada ter um capitão gritando para dobrar as velas diante de uma tempestade que se aproxima se a tripulação for insubordinada e decidir não dobrar as velas.
O que são esses novos tempos?
Essa é uma pergunta complicada. O que são os novos tempos? Seria o mundo multipolar? Seria o fim da Rússia como segunda potência militar? Seria o término da hegemonia americanista para um mundo bipolar com a China? A verdade é que ninguém sabe ao certo.
Mas no caso do Brasil nós temos um palpite, um insight.
Está acontecendo no momento uma reestruturação da américa latina para aquilo que nós poderíamos talvez entender como “direita”. Esse parece ser o espírito do tempo na região, não é wishfull thinking, é simplesmente a realidade. Veja o mapa abaixo, ele está meio desatualizado, as partes em azul claro já estão azul escuro.

A opção para a direita no Brasil é o Bolsonaro filho. Entretanto, as elites do atraso aparentam desejar uma vitória de Lula, e elas têm trabalhado muito para isso acontecer. Caso a vitória de Lula se concretize isso irá fazer com que o Brasil seja o único país de esquerda na américa latina (tirando o Uruguai, mas o Uruguai não importa).
Isso gera um grande problema que já comentamos meio por cima no post passado onde falamos da situação do Irã. O isolamento geopolítico brasileiro é um grande problema, é preciso dar ênfase nisso pois é importante.
O Irã só foi atacado do modo que foi pois ele estava geopoliticamente isolado na região e sem aliados capaz de fazerem algo por ele. Quando um país está nessa situação ele torna-se um alvo muito fácil para intervenções estrangeiras, pois é barato, de um ponto de vista geopolítico, intervir naquele país.
O mesmo cenário que aconteceu no Irã está se formando com relação ao Brasil.
É preciso deixar claro que nós não acreditamos em uma intervenção militar estrangeira no Brasil, pois isso é inviável. Entretanto, a partir do ano que vem uma intervenção econômica através de sansões pode ser feita contra o Brasil sem grandes dificuldades. Está fácil.
O que faz as elites nacionais se exporem a um risco tão grande?
Se apoiar a reeleição de Lula é um grande risco geopolítico o que faz as elites nacionais correrem esse risco? Aqui temos uma suposição - talvez elas acreditem que vale a pena pagar o preço.
Das dez maiores empresas do Brasil quatro são bancos. Por razões óbvias não iremos citá-los nesse artigo. As elites usurocráticas brasileiras incluem não só os bancos como também os gestores de ativos, do mercado financeiro. Essas elites possuem um grande poder econômico e estão felizes com o governo Lula, pois mais um governo Lula significa mais quatro anos com taxa Selic a 15%.
Junto a isso existe um outro fator mais complicado ainda de ser citado textualmente.
Por alguma razão, que não sabemos qual, o sistema financeiro brasileiro têm uma grande preocupação com a questão do combate às facções criminosas. Por que? Ninguém sabe.
As razões por trás disso são desconhecidas, mas o que se sabe é que o governo Lula tem feito um grande esforço para não combater o crime organizado no Brasil. E ademais, as principais facções criminosas no Brasil cresceram em muito de tamanho durante os governos petistas. O que claro, é uma coincidência.
Junto a isso também tem a casta do alto funcionalismo público, representado pela suprema corte nacional, que também está OK com o governo Lula, pois eles enxergam o governo Lula como uma ameaça menor do que o governo Bolsonaro. Aqui também não é prudente tecer muitos comentários do porquê. Talvez eles achem o Lula carismático.
Também, a grande mídia aponta para uma preferência da vitória de Lula. Falando em grande mídia, a grande maioria dos comerciais que passam atualmente na TV aberta são ou do governo do Brasil ou de grandes bancos. Talvez por isso eles prefiram o Lula, além obviamente da questão do nojinho ideológico pelo bolsonarismo que a grande mídia possui.
Mas o resumo da história toda é que as elites nacionais estão confortáveis com o Lula e o querem por mais quatro anos, mesmo que isso signifique um isolamento geopolítico e um grande risco ao Brasil.
Isso faz com que Lula, dentro de uma perspectiva da teoria das elites, seja o principal favorito para ser declarado vencedor em 2026 nas nossas urnas eletrônicas totalmente auditáveis e seguras, totalmente imunes a fraudes eleitorais.
Disso significa que é “Brutal, its over”? Não. Isso porque a campanha ainda não começou e muita coisa pode acontecer, mas o cenário atual parece apontar nessa direção.
A escravidão e o combate ao crime
O curso natural da história, pelo menos no que diz respeito à américa latina, é a busca pelo combate ao crime para estabilizar melhor as sociedades latino americanas. Essa é uma tendência da américa latina como consequência da virada rumo à direita. Na analogia do barco esse seria o novo comportamento do mar daqui para agora.
Entretanto, as elites nacionais não querem que isso aconteça.
Esse ímpeto de não combater o crime talvez se assemelhe à questão da abolição da escravidão, se pensarmos o Brasil de um modo civilizacional. Como você já deve saber, pois em algum momento da sua vida o ethos cultural brasileiro já te contou, o Brasil foi o último país a abolir a escravidão nas américas.
Naquela época existia uma pressão internacional por parte do império britânico para que a escravidão fosse abolida. Mais ou menos como existe hoje uma pressão internacional por parte do império americano para que o crime seja combatido.
Mas as semelhanças não param aí.
Em 1831 o Brasil de Dom Pedro I lançou uma lei conhecida como Lei Feijó, que proibia o tráfico transatlântico de escravos para o Brasil. Essa lei, apesar de bem intencionada, foi amplamente desrespeitada e é através dela que surgiu a expressão “lei para inglês ver” pois era uma lei feita para o inglês ver que o Brasil estava fazendo alguma coisa contra a escravidão, mas que na prática não mudava nada de modo efetivo no Brasil.
Do mesmo modo, o governo brasileiro atual também faz leis para combater o crime mas que não significam nada de combate efetivo ao crime, como a Lei antifacção (Lei 15.358/2026) que reduz a possibilidade de liberdade condicional para o faccionado. O que não faz diferença nenhuma pois o crime é controlado de dentro da cadeia.
Do mesmo modo, as operações policiais contra o crime organizado feitas pelo atual regime brasileiro também parecem ser só peças de propaganda midiática porque na prática a justiça brasileira solta essas pessoas muito rapidamente. A verdade é que é muito difícil ficar preso no Brasil.
Mas tanto no caso das leis, quanto no caso das operações há algo para ser mostrado ao gringo, são para “o gringo ver”.
Se o paralelo entre combate ao tráfico de escravos e o combate ao crime se concretizar no futuro então o Brasil será talvez o último país da américa latina a começar a combater o crime para libertar sua população, assim como foi o último país a libertar seus escravos.
Isso é a elite do atraso. É uma elite que recusa-se a adaptar-se aos novos cenários e ao novo mundo, que só irá se adaptar quando for inevitável se adaptar, e provavelmente por último.
Jesse Souza nunca irá admitir, mas o atual governo, que ele apoiou e ainda apoia é a atual elite do atraso em sua forma contemporânea.
Ação e Reação
Ainda que seja errado de um ponto de vista histórico e moral, essa parece ser a decisão das elites nacionais. Ir tocando a coisa do modo que está. Ignorar o espírito do tempo e ir levando até onde dá: bem como foi feito na escravidão.
Entretanto, as coisas não são mais o que eram e o mundo é muito mais conectado do que era antigamente na época da escravidão. De um modo que talvez não seja possível ao Brasil escapar da consequência dos nossos atos como foi na época da escravidão, onde o inglês foi enganado e ficou por isso mesmo.
O cenário geopolítico importa.
Existe no momento atual uma tendência de derrota da Rússia na Ucrânia e um enfraquecimento das posições chinesas no oriente médio devido a queda da Síria e ao grande enfraquecimento do Irã. Essa mudança de cenário no oriente médio prejudica a estratégia Belt&Road e, indiretamente, enfraquece a China com relação ao bloco ocidental.
A decisão das elites internas brasileiras em apoiar o bloco Russo/Chinês é uma ideia errada, de um ponto de vista maquiavélico. Isso porque, de um ponto de vista maquiavélico, o lado certo da história é o lado que vence, e esse bloco Russo/Chinês tem cada vez acumulado derrotas e está em uma tendência de derrota sem muita reação.
É improvável que a Rússia vá ajudar o Brasil caso o Brasil precise pois a Rússia não tem meios de ação para ajudar, mesmo que quisesse.
Com relação ao chinês a questão é ainda mais complicada pois o chinês se beneficia muito com a desgraça do Brasil. Quanto mais pobre o Brasil for mais barato o chinês vai comprar nossos insumos e alimentos. E, quanto mais o Brasil se indispor com o americano melhor para o chinês pois assim o Brasil não se tornará uma ameaça ao chinês no mercado de terras raras.
O chinês perde se o brasileiro explorar suas terras raras.
Junto a isso, não há interesse do chinês para que o Brasil cresça e se industrialize, pois se o Brasil se industrializar ele vai parar de comprar produtos chineses baratos e de baixa qualidade.
Não há incentivo nenhum para o chinês ajudar o Brasil e, baseado no histórico do chinês, eles não costumam ajudar ninguém, nem os países mais chegados e importantes, como foi o caso recente do Irã.
E também tem a questão que eles, os chineses, não tem proatividade e demoram 200 anos para tomar uma decisão. Mas esse assunto já foi comentado.
É precisamente com esses dois países que as elites brasileiras escolheram se alinhar. Uma péssima escolha, que só poderia ter vindo de pessoas como o Celso Amorim.

Conclusões e tendências
Tudo indica que as elites nacionais (elites do atraso) fizeram sua escolha por Lula novamente por mais quatro anos, até 2030. Isso parece bem claro. Pode ser que mude nos próximos meses, mas é improvável. A operação macron falhou então eles estão dispostos a mais quatro anos de Lula, para tentar achatar a curva do bolsonarismo até 2030.
A tentativa de normalizar a situação democrática no Brasil falhou. Os juízes violadores de direitos humanos continuam no poder. O governo brasileiro continua a avançar com mecanismos legais de controle de discursos (censura). Empresas americanas continuam a ser pressionadas a remover brasileiros do ambiente virtual. O crime organizado não está sendo combatido do modo que deveria e a mesma coisa vale para o combate a corrupção, que parece só avançar quando convém.
Tendências:
Existe uma tendência de isolamento regional brasileiro na américa latina. O que deixa barato o custo de uma intervenção no Brasil, provavelmente de cunho econômico. É improvável uma ação militar direta.
Existe também uma tendência de agravamento das relações do Brasil com os EUA e a Europa. E, em caso de conflito econômico, existe uma probabilidade bastante grande da Rússia e da China não ajudarem o Brasil.
Não há um horizonte de desenvolvimento nacional próximo diante de um Lula 4. O que não foi feito em 30 anos de PT/PSDB não será feito em mais quatro anos de Lula.
O Brasil não irá substituir a Rússia e a Venezuela nos mercados de petróleo mundial, assim como também não irá substituir a China nos mercados de terras raras, por motivos ideológicos de querer ajudar Rússia/China enquanto que briga com os americanos.
É preciso ressaltar que parece haver um decaimento grande na qualidade das elites nacionais brasileiras, que na era Vargas pelo menos conseguiam ser pragmáticas, enquanto que hoje em dia essa elite está ou ensimesmada buscando lucros com taxa Selic a 15% e dane-se o país, ou está ideologizada comprometida com um bloco de poder que está atualmente perdendo a segunda guerra fria, que é o bloco russo-chinês.
Infelizmente não há qualquer perspectiva de melhora do país nos próximos anos, muito pelo contrário, há uma tendência de empobrecimento em todas as áreas, não só a econômica, como também o combate ao crime e a corrupção.
Falta as elites nacionais a capacidade de se adaptar aos novos tempos, falta ajustar as velas para que o barco continue navegando, e enquanto isso não for feito o nosso barco continuará parado, à deriva. Não há qualquer possibilidade de mudança para melhor nos próximos anos e a única alternativa individual no Brasil para melhorar de vida é virar funcionário público. A funçapill é implacável.
A única esperança que existe é que o populismo vença o elitismo. Entretanto, essa não é a tendência global e nem a tendência histórica da humanidade.
O Brasil pagará o preço.











sinceramente Homero, como você disse na versão em vídeo se você tem um problema e não consegue resolver o problema resolvido está na verdade é que no Brasil já deu errado a cerca de 40 anos atrás com a nova constituição que chupa o pinto dos globalistas já daquela época quem pode falar isso chupou o pinto do demônio. só resta o individualismo para quem puder e conseguir sair fora do Brasil saia não tem esse apego nacional ,ficará aqui para ser sodomizado ? dar uma de herói?
Ain é que o Brasil pode ser isso ,pode ser aquilo , pipipiPópópó ,poderia... "
ok pode até ser ,mas não é por isso ficar masturbando a mente com Aldo do Rebelo , Renan , ressuscitar o Enéas etc, só é coisa que faz sentido em bolhas de jorges nacionalistas mas que não agrega nada na prática acho que você poderia começar uma série do que o sujeito poderia fazer para dar uma própria vida como fazer cursos técnicos estudar para um concurso público aprender trabalhos reais e se possível meter o pé desse esgoto
Sanções = restrições econômicas
Sansões = muitos coelhos da Mônica
PS: já sendo chato, é o terceiro ou quarto post que aponto a mesma correção