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Avatar de Hugo Alexander

Muito bom, vou dar um relato pessoal como jogador de jogos de estratégia (Civ 6, EU5, CK3, AoE, Advance Wars, Fire Emblem e Final Fantasy Tatics). Estava eu jogando como Portugal no EU5, depois de conquistar Granada na península ibérica, virei meu olhos para a província de Fez, que faz parte do Marrocos, depois de conquistá-la (o que demandou muito dinheiro, tropas, barcos), aprendi da pior forma que, pelo menos como uma nação média como Portugal, não dá para ter tudo, não se pode jogar Tall e Wide na mesma proporção, sofri com revoltas populares dos marroquinos na minha nova província, movimentos de separação e por fim, sofri um junta do próprio Marrocos, Túnis (predecessora da atual Tunísia) e dos Mamelucos Egípcios, os 3 países mais fortes do mundo muçulmano na época, e como meu poder bruto estava na Europa, transportar tropas de lá para África era muito trabalhoso, custoso e extremamente lento, fui expulso do Magreb e minha economia entrou em estagnação por anos, o que me prejudicou bastante visto que Castela (Espanha) que já era forte em tropas, também ficou forte economicamente e largou na frente na colonização das Américas.

Então ou20, aqui fica uma lição sobre prudência. Você pode ganhar várias guerras mas as vezes só basta perder 1 (uma) para tudo ir por água abaixo, realmente só entre em lutas que você pode não só vencer como também não vá causar problemas maiores lá na frente.

PS: Comprem o EU5, CK3 e vamos tentar matar uns aos outros no torneio dos ou20.

Avatar de Critico de Rerun

Você esqueceu de mencionar que as narrativas, os casus belli, também podem ser direcionadas à própria população, que, em determinada circunstância, precisará aceitar sacrifícios para alcançar um objetivo maior.

No caso da Rússia, por exemplo, em vez de simplesmente aceitar que seus recursos e investimentos na Ucrânia fossem retirados à força pela União Europeia, o país decidiu se levantar contra esse sistema. Evidentemente, ambos os lados sofrem perdas com o conflito, mas, em determinadas situações, pode ser necessário estabelecer um limite ao que se considera uma escalada de ações irracionais por parte da União Europeia.

Também é nítido que esse conflito pode representar uma oportunidade de crescimento para o Brasil. Nesse sentido, talvez exista também um casus belli brasileiro, ainda que de natureza diferente: manter a situação como está, evitando um envolvimento direto e tentando aproveitar as oportunidades econômicas e estratégicas geradas pelo conflito para promover o próprio crescimento.

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