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Avatar de Vinícius wow

Eu a princípio faria três modificações no futebol nacional. Aplicaria a lei de passe antiga para atletas até 23 anos , e após essa idade aplicaria a lei Pelé normalmente. O jogador iria ter um pouco mais de identificação com o futebol nacional e iria tirar um pouco do poder dos empresários e voltaria a ser dos clubes.

E outra seria voltar o calendário nacional dos anos 90 com campeonato brasileiro no estilo mata-mata reduzindo o calendário e dando tempo para a recuperação dos jogadores e Fortalecendo o futebol regional e assim revelando mais jogadores.

Primeiro semestre campeonatos regionais e depois mata-mata.

E nas divisões inferiores da série b para baixo todos os atletas e clubes são obrigados a usar matérias esportivos nacionais bolas/chuteiras/caneleira etc .

Para ressurgir um pouco da indústria que ainda resta .

Agora sendo sincero acho que estas modificações não seriam adotadas afinal todas os grandes empresários de jogadores e os presidentes das grandes marcas esportivas fazem parte da tribo "deles" a única democracia do oriente médio.

Avatar de Carlos Henrique Santos

Não acho essa justificativa dada boa. Pois os jogadores das outras seleções também sofrem a mesma lunarização cultural.

Creio que seja algo estratégico, o futebol individualista - característica principal do futebol brasileiro - está sendo esmagado. Não temos bons meio-campistas há muitos anos, e as seleções campeãs possuem um forte meio campo. Quando não possuem, compensam com um futebol extremamente voluntarista, caso da Argentina. Isso não é inócuo, é no meio campo onde ocorre o processo de coesão do sistema de jogo, onde os componentes da equipe se integram. É necessário uma reflexão sobre como desenvolver um sistema coletivo no futebol brasileiro, mas sem perder aquela “essência garrincheira”.

Antigamente essa coletivação era mais simples, porque, como destacado por você, o jogador brasileiro não tinha a vida ganha, então o trabalho em equipe se impunha como uma obrigação de “vida ou morte”. Todavia, hoje não existe mais essa urgência. No fim das contas concordei com você. Bom artigo!

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